sexta-feira, 27 de abril de 2012

O Poder do Pensamento


Seus pensamentos podem ser seus aliados.

Não deixe que eles vaguem desordenados por sua mente. Procure dar a eles as cores da esperança, as formas doces e suaves dos sonhos infantis, a aparência sedutora de uma rosa perfumada.
Os pensamentos são seus, molde-os de acordo com sua vontade.
Pensamentos são mágicos. Organizá-los é um ato de magia.
Colecione os bons pensamentos, aqueles que trazem sorrisos.
Colecione os bons pensamentos, aqueles que provocam lágrimas.
Não acumule mágoas, mas crie novas esperanças.
Não deixe nunca que o medo da derrota ocupe mais espaço em seus pensamentos do que o desejo da vitória.
Lembre sempre que são os seus pensamentos que fazem com que você se individualize, portanto escolha ser alguém que acredita em si mesmo, alguém que cria otimismo.
(AD)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Uma Data

Neste fim de semana foi aniversário de 26 anos de uma pessoa importante pra mim. Então dedico este post de parabéns (um pouco atrasado, eu sei) para ela!

 Feliz Aniversário, luz dos olhos meus são os meus ardentes votos, feliz aniversário pra você. Que esta data se repita muitos anos, cheia de alegria e de prazer, este é o meu desejo, feliz aniversário pra você! 



Feliz Aniversário Virgilia Rocha!




Tenho aprendido com o tempo coisas que somente com o tempo a gente começa a aprender. Que o encontro amoroso, para ser saudável, não deve implicar subtração: deve ser soma. Que há que se ter metas claras, mas, paradoxalmente, como alguém me disse um dia, liberdade é não esperar coisa alguma. Que a espontaneidade e a admiração são os adubos naturais que fazem as relações florescerem. Que olhar para o nosso medo, conversar com ele, enchê-lo de cuidado amoroso quando ele nos incomoda mais, levá-lo para passear e pegar sol, é um caminho bacana para evitar que ele nos contraia a alma. Tenho aprendido que se nos olharmos mais nos olhos uns dos outros do que temos feito, talvez possamos nos compreender melhor, sem precisar de muitas palavras. Que uma coisa vale para todo mundo: apesar do que os gestos às vezes possam aparentar dizer, cada pessoa, com mais ou menos embaraço, carrega consigo um profundo anseio por amor. E, possivelmente, andará em círculo, cruzará desertos, experimentará fomes, elegerá algozes, posará de vítima para várias fotos, pulará de uma ilusão a outra, brincará de esconde-esconde com a vida, até descobrir onde o tempo todo ele está.

Ana Jácomo.

23/04 - Sabe que dia é hoje?


Não vai passar em branco,sou Brasileiro, e gosto de boa música.
O Brasil é e continuará sendo o maior campo da melhor música do planeta.

Música genuinamente Brasileira

Dia 23 de abril se comemora o Dia Nacional do Choro

O Choro, popularmente chamado de chorinho, é um gênero de e instrumental brasileira.

O músico, compositor ou instrumentista, ligado ao choro é chamado chorão. Característica freqüentemente apreciada no choro é o virtuosismo dos instrumentistas, bem como a capacidade de improvisação dos executantes.

As rodas de choro são reuniões mais informais de chorões, muito diferentes de apresentações e shows. Geralmente acontecem em bares ou na própria casa dos músicos, em que todos se juntam para tocar choro. Não existe uma formação específica e os músicos que vão chegando se juntam à roda.

Alguns dos chorões mais conhecidos são Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e Pixinguinha.

Parabéns para o choro!


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Curso de Música da UFU


Resposta dos professores da Universidade Federal de Uberlândia ao artigo "Mediocridade Paga" escrito pelo professor SUBSTITUTO Álvaro Henrique na coluna Ponto de Vista do Jornal Correio de Uberlândia

Abaixo, a resposta dos professores da Faculdade de Música da UFU
Nós, professores do curso de Música da Universidade Federal de Uberlândia, vimos com pesar e indignação fazer uso deste espaço para esclarecer ao prezado leitor que não concordamos com as declarações do professor Álvaro Henrique em artigo intitulado “Mediocridade paga”, publicado no último dia 4 de abril no CORREIO de Uberlândia, no qual são feitas considerações em tom difamatório sobre a situação do ensino de Música nos conservatórios estaduais de Minas Gerais. É infeliz e leviana a projeção fictícia que o referido professor faz do que seria o conteúdo programático de uma escola regular em face do que, segundo ele, se pratica no ensino curricular dos conservatórios mineiros. Forjando itens como “Videogame” e “biografia dos Big Brothers”, o professor só reflete o deboche com que trata o ensino de música no Estado, baseando-se apenas em suas próprias convicções musicais e profissionais, diante das quais o que se estuda nos conservatórios mineiros seria de inferior qualidade. Ocorre, outrossim, que o artigo do professor Álvaro lança números imaginários para tecer o fio de sua incompreensão acerca do papel social e educacional da rede de conservatórios do Estado de Minas Gerais, pois tais números não são fruto de levantamento próprio, dados institucionais, e menos ainda dados científicos oriundos de qualquer pesquisa realizada. O professor fala do caráter profissionalizante do ensino de música nos conservatórios e o estende a todos os níveis desse ensino, quando o curso técnico – este sim, profissionalizante – é na verdade a etapa final de formação do aluno, equivalendo ao ensino médio em termos de alcance e grau. A importância do que se faz nos conservatórios vai muito além da formação de profissionais para atuação direta num mercado de trabalho musical, seja de caráter prático ou pedagógico. A música como bem cultural deve estar na vida dos cidadãos que queremos, capazes, sensíveis e mais tolerantes. As palavras do professor Álvaro Henrique ganharam as bancas e os lares da cidade e região tornando-se para nós motivo de enorme constrangimento e desconforto, como instituição de nível superior que compõe esse complexo de ensino que formamos juntos, universidades e conservatórios. E é justamente nesse ponto específico que centramos nossos esforços no texto que ora apresentamos para tentar minimizar o mal-entendido causado pelo professor Álvaro: o aspecto institucional. Queremos deixar bem claro que o professor Álvaro Henrique não é porta-voz do curso de Música da Universidade Federal de Uberlândia, não é representante dos seus professores, não faz sequer parte do seu quadro docente efetivo (o professor Álvaro Henrique é um professor de contrato temporário) e até por isso mesmo não deveria ter se pronunciado como professor da casa no tom em que o fez. Lamentável, porém, o fato serve pelo menos para que possamos aqui trazer esclarecimento ao leitor e renovar publicamente nossa estima para com os conservatórios mineiros em geral, da região e da cidade em particular, pois são parceiros efetivos em várias ações e projetos e mais que isso: parceiros no grande projeto comum de levar a música em toda a sua pluralidade ao maior número possível de pessoas das mais distintas realidades sociais, buscando assim transformar para melhor em alguma medida, mesmo modesta, suas perspectivas de vida e mundo.
Prof. Dr. Cesar Traldi
Coordenador do Curso de Música e Docentes do Curso de Música da UFU


Quem desejar ver no site a publicação basta (Clicar aqui)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Pra ser sincero



Pra ser sincero eu não espero de você

Mais do que educação,

Beijo sem paixão,
Crime sem castigo,
Aperto de mãos,
Apenas bons amigos...

Pra ser sincero eu não espero que você
Minta
Não se sinta capaz de enganar
Quem não engana a si mesmo

Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito,
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos.




(...)




Pra ser sincero não espero que você

Me perdoe

Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma ao diabo

Um dia desses
Num desses encontros casuais
Talvez a gente se encontre
Talvez a gente encontre explicação

Um dia desses
Num desses encontros casuais
Talvez eu diga, minha amiga,
Pra ser sincero, prazer em vê-la
Até mais...

Engenheiros do Hawaii

A Síndrome dos vinte e tantos


A chamam de ‘crise do quarto de vida’.

Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos.
Se dá conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc..
E cada vez desfruta mais dessa cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são ‘tão divertidas’. ..
E as vezes até lhe incomodam.

E você estranha o bem-bom da escola, dos grupos, de socializar com as mesmas pessoas de forma constante.
Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas que conheceu e que o pessoal com quem perdeu contato são os amigos mais importantes para você.
Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor.
Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto pôde lhe fazer tanto mal.
Ou, talvez, a noite você se lembre e se pergunte por que não pode conhecer alguém o suficiente interessante para querer conhecê-lo melhor.
Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar.
Talvez você também, realmente, ame alguém, mas, simplesmente, não tem certeza se está preparado (a) para se comprometer pelo resto da vida.
Os rolês e encontros de uma noite começam a parecer baratos e ficar bêbado(a) e agir como um(a) idiota começa a parecer, realmente, estúpido.
Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado(a) e significa muito dinheiro para seu pequeno salário.
Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.
Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer.
Suas opiniões se tornam mais fortes.
Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é.
Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confusa.
De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando.
Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você.
E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.
O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse textos nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes.
Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça… Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos…
Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro.
Parece que foi ontem que tínhamos 16…
Então, amanha teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?!
FAÇAMOS VALER NOSSO TEMPO… QUE ELE NÃO PASSE!